Memórias de um Pum, Afonso da Ega Queirós
Aqui ficam alguns pequenos pensamentos ou reflexões de um jovem que pouco ou nada sabe... Nenhum dos arquivos que aqui vou deixar pretendem ser ofensivos, caso isso aconteça, peço que me informem. Apenas quero partilhar o que o meu cérebro pontapeia e grita, seja em palavras, desenhos ou qualquer outro tipo de comunicação.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
El solitário
Ele surge, de forma inesperada e timida, procurando por fim liberdade... Após mil transformações e viagens alucinantes de um lado para o outro. Ninguém te quer. Só és interessante numa festa de homens encharcados em alcool. E mulheres? Fogem de ti! As verdadeiras fogem de ti! Abominam-te, odeiam-te, repugnam-te... Quem mal lhes fizeste? Ainda nem te viram e nem te querem ver! Não desistas, tu és sempre impar e deixas a tua marca! E ao fim de tanta contenção lá foges... Por entre duas portas derrompante! És parte de nós, parte do ar. A tua presença sente-se no momento, és gás que arde e não vê, cheiro que vem e mal se aguenta... Maldito traque!
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